Uma tarde de capoeira, berimbau e Rio Cipó

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Nada melhor que um feriado prolongado para fazer uma viagenzinha, não é? Eu tinha programado para este fim de semana uma ida no Rio de Janeiro, para comemorar adiantado o meu aniversário, mas por problemas com o banco devido a greve dos bancários a viagem foi adiada para o fim do mês. Em compensação, surgiu um passeio super gostoso para a Serra do Cipó no domingo. Foi uma oportunidade ótima para conhecer pessoas novas e um lugar diferente da região.

O Bruno, um amigo daqui, me chamou para ir com a galera da capoeira. Eu não conhecia ninguém do grupo, o que no começo pode parecer uma coisa assustadora para quem tem uma timidez inicial com novas pessoas, acabou se transformando em uma tarde agradável com pessoa maravilhosas. O pessoal ainda me convidou para participar dos treinos de capoeira e estou cogitando seriamente a ideia, esse sempre foi um “esporte” que me interessou muito. Apesar da minha mãe já fez uma pesquisa sobre mestre de capoeira no Acre, eu não conheço muito sobre essa atividade, mas estou muito curiosa.

Eu já tinha ido na Serra antes, onde visitei cachoeiras pela primeira vez. A ideia inicial era tomar um banho de cachu, mas o local estava tão lotado devido o feriado que acabamos aproveitando a tranquilidade do Rio do Cipó, localizado no Parque Nacional da Serra do Cipó. Ele fica localizado na rodovia MG-010, o município de Jaboticatubas, a cerca de 5 km do centro do Distrito de Serra do Cipó. Segundo informações da internet, a entrada é R$ 6 por pessoa, mas quando fomos lá ninguém cobrou nada, não sei o porquê.

Lá existem opções de banho em cachoeira e piscinas naturais. São 3.800 hectares de unidade de conservação. Há trilhas nas quais é possível observar a grande diversidade da flora e da fauna, além de curiosas rochas pontiagudas presentes em toda a área. As duas principais atrações do parque são o Cânion da Bandeirinha (“Desfiladeiro”), a doze quilômetros da sede, e a Cachoeira do Sobrado (“da Farofa”), a oito quilômetros da sede, mas não visitamos eles.

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Ficamos apenas nas beiras do Rio do Cipó, em uma clareira que encontramos, isolada do resto dos visitantes. O que foi ótimo, porque ficamos à vontade aproveitando nosso banho. Também rolou um piquenique e uma roda de capoeira (que eu tentei brincar, mesmo sem não saber nada). À noite comemos em uma pizzaria no centro do distrito, mas não lembro o nome do local. Só sei que estava tudo uma delícia.

Acho impressionante como uma viagem curta, de apenas duas horas da capital, pode revitalizar nosso espírito. Voltei da viagem me sentindo muito mais leve, calma. Parece que algumas horas com a natureza conseguem equilibrar a alma com o corpo. É uma sensação indiscritível. Claro que no dia seguinte estava super cansada, devido ao sedentárismo de todos os dias, mas valeu cada minuto.

Dessa vez foram poucas fotos e vídeos, até porque ninguém tinha uma câmera de ação ou a prova d’água. Mas deu para fazer alguns registros do jogo de capoeira e do pôr do sol maravilhoso do lugar. Muito Axé, minha gente! Ou como dizem no bom minerês: Nu, foi bom demais sô, fraga?

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