Guilty Pleasure: Taylor Swift

Semana passada saiu o clip novo da Taylor Swift, mas muito antenada como eu sou, só fui descobrir ontem. De qualquer forma, como todos os singles do álbum 1989 que foram lançados até agora, eu estou totalmente viciada, até porque eu já gostava de ‘Bad Blood’ e achei que a remixagem que fizeram melhorou ainda mais a música. O clip é ótimo, as roupas e história me lembraram muito da Britney em Toxic e eu ainda estou fazendo o joguinho de tentar descobrir todas as famosas que aparecem naqueles quatro minutos.

Quem me conhece pessoalmente, fã de teatro, filmes e música indie costuma se surpreender quando eu digo que amo Taylor Swift. E não é de hoje, ela é meu guilty pleasure há um bom tempo (Deus sabe quantas vezes eu assisti Mine escondida). É verdade é que eu gosto de música ruim, tipo Sandy e Jr ou Clarice Falcão, mas não acho que seja este o caso.

Acredito que as pessoas são exageradamente críticas com a vida profissional e pessoal da cantora, de uma forma sexista inclusive, e não vejo como apontar a quantidade de relacionamentos que ela teve nos últimos dois anos seja relevante. Acho engraçado quando ela ‘cutuca’ os ex-namorados, porque me parece uma coisa imatura que uma jovem de 20 anos costuma fazer, que é exatamente o que ela é.

Mas o que é importante: eu realmente acho que ela faz boas músicas pops. Ela pode não ser uma emblemática Lady Gaga ou uma diva como Beyoncé, mas ela tem um estilo próprio e consistente. Se você não acha, ou não é o seu estilo (então é uma coisa de gosto pessoal) ou simplesmente tem um preconceito infundado pela cantora. A melhor coisa que Taylor fez foi deixar o country de lado, ‘Red’ e ‘1989’ provam isso.

‘Shake it Off’ é uma das músicas mais chicletes que ouvi nos últimos anos e ao mesmo tempo eu não consigo parar de dançar feito uma retardada quando ouço, exatamente da mesma forma que a cantora no clip. ‘Blank Space’ deve ter sido a música que eu mais ouvi no reapet em toda a minha vida eu eu ainda não consegui enjoar. ‘Style’ é um caso de amor e ódio, detestei a primeira vez que ouvi, mas depois virou uma obsessão. E ‘Bad Blood’ é uma boa música, ponto.

A única coisa que me irrita na cantora é essa mania de proibir tudo por direitos autorais, totalmente retrogado. Uma pena, porque eu realmente gostaria de ter suas músicas nas minhas listas do spotify. Para quem ainda não ouviu ‘Bad Blood’, vem cantar comigo!

“Cause baby, now we’ve got bad blood
You know it used to be mad love
So take a look what you’ve done
Cause baby, now we’ve got bad blood, hey!”

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